20 de novembro de 2006

Ninfeta

Nada como a gente pesquisar sobre um assunto que nos aguça a curiosidade. Descobri que a palavra ''ninfeta'' representa toda e qualquer figura do sexo feminino prestes a se tornar (ou que tenha acabado de se tornar) mulher. É uma figura que desperta desejo e cobiça de qualquer um dos mortais do sexo masculino.

Ninfeta é derivado de ninfa e não tem absolutamente nenhum caráter pejorativo ou sexual-vulgar. Meninas, não me xinguem depois disso, pois eu sempre apliquei-a no sentido pejorativo. Ninfa é a derivação mais próxima. Deriva do grego nimphe, que significa noiva.

As ninfas são espíritos, geralmente alados, habitantes dos lagos e riachos, bosques, florestas e etc. Geralmente são associadas a deuses e deusas maiores, como a caçadora Artemis, ao deus das árvores e ao aspecto (só de aparencia física e carnal mesmo, tipo a parte mortal) de Hermes.
Uma classe especial de ninfas, as Melíades, foram citadas por Homero como as mais ancestrais das ninfas. Enquanto as demais ninfas são normalmente filhas de Zeus, as Melíades descendem de Urano.

Apesar de serem consideradas divindades menores, espíritos da natureza, as ninfas são divindades às quais todo o mundo helênico prestava grande devoção e homenagem, e mesmo temor. Preferi bastante essa definição, muito mais do que a pejorativa.

Está aí uma explicação simples de uma palavra que eu uso com certa freqüência. Longe é claro do sentido pejorativo mais usado hoje em dia. Sentido esse diretamente relacionado à figura de uma menina recém saída da infância e com comportamento provocante aos homens mais velhos. Tudo isso começou após o conto de do escritor russo
Vladimir Nabokov, de 1955, chamado Lolita.
Após o livro, atribuiu-se o significando de "lolita'' à meninas menores de idade ou sexualmente atraentes e/ou precoces. Hoje, usa-se também "ninfeta" com significado bem similar.

Se alguém souber ou tiver algo a acrescentar à essa minha pesquisa, por favor entre em contato através dos comentários.

Um forte abraço a todos e fiquem com Deus.

fonte: Wikipedia

14 de setembro de 2006

Voto=Aposta

Acho que urna eletrônica deveria ficar em casa de apostas, afinal a gente não lê mentes nem sabe o futuro de nada, só deduz. Deduz-se que o canditado fulano vai fazer a meta x prometida em sua campanha, já o candidato cicrano cumprirá a meta y prometida. E se os dois fizerem o contrário? Alguém saberá? Alguém previu?
Certas coisas vão fazendo nos acostumar com tudo. Hoje vi uma apresentadora conversando com um participante de um programa de debate. O convidado disse ''infelizmente, depois desse governo Lula, passamos a ter que nos acostumar com certas coisas, como mensalão, corrupção descarada e etc...'', quando a apresentadora rebateu ''mas já estamos acostumados a tudo isso''. Espera aí!! Estamos?! Se estamos, por que o Zé Povinho insiste no voto de um Lula? A resposta é: aposta.
O povo quer apostar, quer pagar para ver, ver para crer. Crer no que? Num resultado óbvio que teremos mais 4 anos sem mudanças, sem progresso, sem esperanças e aquela ladainha toda que todos nós já estamos de saco cheio de saber. Eu estou calvo de saber que esse país está perdido. É comandado por malandros que se aproveitam da fragilidade intelectual e social do Zé Povinho. Dando a eles uma galinha - sem trocadilho com o frango a R$0,99 já polêmico, por favor - e pedindo só um voto em troca.
É, Sr Luis Inácio, eu não votaria no senhor nem se recebesse um tipo de ''bolsa eleitor'' como os que o senhor distribui.

8 de maio de 2006

Quando me questiono o que um sentimento puro, seja lá qual for ele, pode causar na vida de uma pessoa, mais e mais me convenço que somente vivendo aquilo para entender as causas, motivos, razões e circunstâncias (com a licença do professor Girafales) pelos quais a gente sente certas coisas na vida.
Recentemente uma história me chamou muita atenção - principalmente porque eu estou nela - me fazendo ver o quanto nós humanos, burros e bobos e somos, temos que pagar pra ver quase sempre. Três anos longos, onde muita coisa aconteceu na vida de duas pessoas. Durante esses 3 anos, essas pessoas tiveram detalhes bem pequenos interligando-as. Um belo dia - que tinha tudo para ser um dia como qualquer outro - algo ocorre. A interligação dessas duas pessoas volta a tona de maneira devastadora (apenas para uma das partes) e todo o universo à sua volta pode entrar em colapso.
Andei me convencendo mais ainda que escrever nesse blog seria um método extra para refletir a respeito e ver o por quê daqueles malditos motivos, razões ou circunstâncias supracitados incomodarem tanto, nesse caso, incomoda a ambas as pessoas envolvidas.
Penso que se nós temos um certo nível de experiência, isso ajuda a lidar com certas situações bem delicadas. Cada dia é um desafio, cada passo é um cuidado e cada palavra é um risco. Já até me disseram que o certo é viver um dia de cada vez, como os alcólicos anônimos fazem, assim tudo fica mais seguro, mais centrado num só objetivo, porém, sem obsessão, sem culpa. A liberdade de atos e palavras é essencial para as pessoas tomarem atitudes autênticas nessas horas, sem é claro, abdicar do que há de mais inteligente nessas horas: paciência.
Engraçado como a vida é. Nossos erros e acertos andam juntos e nos calam a boca sempre que fazemos merda ou temos vitórias. Se não estivessem, bastava ficar sempre no erro e tentativa até conseguirmos o que almejamos. Na vida, certos erros são imperdoáveis e as consequências irreversíveis. Nessas horas, não há segunda chance.

1 de maio de 2006

O vocês acham sobre a greve de fome de Antony Garotinho?

a) Ótimo. Ele realmente precisave de um regime.
b) Uma farsa! Vi uma barrinha de ceral no bolso direito dele.
c) Idiota. Existem mareiras mais rápidas de obter o suicidio.
d) Sou diabético. Não posso com cu doce.
e) "Conta tudo pra sua mãe, Garotinho!"

28 de abril de 2006

O início de uma nova Era na minha vida. Esse blog, assim como eu, registrou nesses anos todos, vários pensamentos. Muitos deles só eu entendo quando leio, afinal, fui eu que os escrevi. Outras pessoas lêem, mas na verdade não sabem do que estou falando. Um dia eu saberei uma maneira de encontrar o fim, o epicêntro de todos os tremores que minha vida sofre, sejam maléficos ou benéficos, como foi o mais recente. A felicidade está batendo à minha porta de dizendo "venha comigo". Eu só deixarei de ir atrás dela se eu for burro ou louco. Creio que não sou nenhum dos dois, acho que dará tudo certo.

Post deveras pessoal.

Abraços a todos. Fiquem com Deus.